Apesar da boa vontade, muita gente tropeça na falta de informação ao abordar pessoas com algum tipo de deficiência. Senão vejamos:
O CADEIRANTE.
Não deixa de ser um deslize de linguagem, dizer a um cadeirante “corre aqui um minuto”?
Para os cadeirantes, um problema comum é ver alguém apoiado na cadeira de rodas durante uma conversa. Ocorre que o gesto é inadequado, pois a cadeira é uma extensão do corpo do deficiente.
“Tem pessoa que fica ofendida de ser chamada de cadeirante.
O DEFICIENTE VISUAL
E um deslize de comunicação ortográfica alguém pedir para um deficiente visual “dar uma olhada” em alguma coisa. Isto seria acrescentar palavras desnecessárias.
“Dizer para um cego ‘perceba isto aqui através das fomentações mecânicas do tato, isso seria um verdadeiro absurdo. O legitimo é que não se deve brincar com coisas sérias.
A seguir, veja o depoimento de uma pessoa declarada e assumida com deficiência visual e com idade já avançada, a qual pediu para não se identificar.
A seguir, veja o depoimento de uma pessoa declarada e assumida com deficiência visual e com idade já avançada, a qual pediu para não se identificar.
Dizia ele, um dos erros mais comuns cometidos com os deficientes visuais é agarrar o braço que segura a bengala. “Este é o olho do cego, é preciso tocar no outro braço”.
A orientação geral diz que devemos tratar as pessoas com deficiência com naturalidade e respeito às particularidades de cada uma.
Mas, na prática, muita gente com boa vontade já tropeçou no próprio desconhecimento ao abordar um deficiente.
DEFICIENTE AUDITIVO;
“Esquece, não foi nada”. Esta é uma frase obviamente descabida na conversa com um deficiente auditivo. Muitas vezes, o interlocutor prefere deixar o assunto para lá por medo de ser insistente. Mas a atitude certa é justamente a contrária. “Tudo é importante para quem não ouve.
SÍNDROME DE DOWN
A síndrome de Down, ela é a causadora em A, ou B, do fator memória curta e, consequentemente atrasos no desenvolvimento intelectual algo que ocorre principalmente com as crianças. A síndrome de Down, uma vez diagnosticada e tratada em tempo, o tratamento dá bom resultado. A pessoa com síndrome de Down, Ela não tem graça, tem cura.
Lembrando que a Síndrome de Down é causada por uma alteração quase sempre genética
HUMOR DISCRETO:
Perguntaram a um portador da Síndrome de Down, você consegue contar seu dinheiro $ ? Do que ele num ar de riso arrematou. Sim. Mas, para ajudar a ganhar, ninguém se oferece”. Diverte-se.
Se o deficiente for criança, jovem ou adulto, não interessa, trate-o como tal. Nada de exageros.
Evite cometer estes ou outros deslizes no relacionamento ou na abordagem de um deficiente físico, visual, auditivo ou intelectual.

Que lindo trabalho!
ResponderEliminarParabéns mais uma vez, e que muitos outros venham pela frente, com muita saúde, inspiração, motivação e fé.
Um abraço!