A expressão Falar muito, falar demais; tagarelar: eu não ficava com vergonha de falar pelos cotovelos quando alguém se dispunha a bater papo. Falar com desembaraço, gesticulando as mãos e os braços com energia.
ORIGEM DA EXPRESSÃO:
A origem pode estar ligada às gesticulações exageradas, ao levantar e abaixar os braços, expondo os cotovelos; ou, ainda, pode referir-se ao hábito das pessoas que falam demais de tocar o cotovelo do seu interlocutor, como forma de lhe chamar a atenção (ver imagem).
FALA __ O ELEMENTO FORTE DA COMUNICAÇÃO
ORIGEM DA EXPRESSÃO:
A origem pode estar ligada às gesticulações exageradas, ao levantar e abaixar os braços, expondo os cotovelos; ou, ainda, pode referir-se ao hábito das pessoas que falam demais de tocar o cotovelo do seu interlocutor, como forma de lhe chamar a atenção (ver imagem).
FALA __ O ELEMENTO FORTE DA COMUNICAÇÃO
O ser humano começa falar por volta dos dois anos de idade e continua falando pelo resto da vida. Alguns não satisfeitos em falar o dia inteiro, falam quando estão dormindo.
Certa vez fui abordado por um cidadão comum, que falava até pelos cotovelos. Falava mais que o bicho de sete cabeças.
A conversa dele além enfadonha, parecia mais um disparo de metralhadora do que uma outra coisa qualquer. Ele monopolizava a conversa, e sufocava o dialogo. Acredite. Não tive a mínima chance de me expressar.
Nem mesmo uma pessoa anormal, se expressaria tão mau assim. Só vendo para crer. E ao levar uma tamanha surra de “abobrinhas”, cheguei à seguinte conclusão: que o cara era mais burro do que eu pensava.
Pessoas desse tipo, tendem a acrescentar em suas preleções, as piores palavras que conhecem.
Acredite!
Certa vez fui abordado por um cidadão comum, que falava até pelos cotovelos. Falava mais que o bicho de sete cabeças.
A conversa dele além enfadonha, parecia mais um disparo de metralhadora do que uma outra coisa qualquer. Ele monopolizava a conversa, e sufocava o dialogo. Acredite. Não tive a mínima chance de me expressar.
Nem mesmo uma pessoa anormal, se expressaria tão mau assim. Só vendo para crer. E ao levar uma tamanha surra de “abobrinhas”, cheguei à seguinte conclusão: que o cara era mais burro do que eu pensava.
Pessoas desse tipo, tendem a acrescentar em suas preleções, as piores palavras que conhecem.
Acredite!

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